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Pílula de caraluma para emagrecer A ciência comprova que a caraluma é a substância natural mais completa para eliminar os quilos extras

Em meio à variedade de chás e medicamentos, uma opção natural está entre as mais procuradas do momento por quem quer eliminar os quilos extras. É a pílula de caraluma, uma substância que segundo estudos científicos, é a mais completa para auxiliar na perda de peso.
Extraída de um cacto encontrado nas regiões da África e Índia, a Caralluma fimbriata age controlando o mecanismo cerebral responsável pelo apetite, reduz até 30% da fome e diminui a vontade de comer doces. Tudo isso sem prejudicar a saúde e sem efeitos colaterais.
A pílula de caraluma também impede o acúmulo de gordura na cintura, os famosos “pneuzinhos” que são tão desagradáveis e acelera o metabolismo, estimulando a produção de serotonina. O resultado disso é mais energia e uma sensação de bem estar.

Além de possuir todos estes benefícios, a caraluma pode ser ainda mais eficaz quando combinada com fitoterápicos a exemplo do chá vermelho, chá verde ou substâncias como a Faseolamina (extraída do feijão branco), Citrus aurantium (obtida da laranja amarga) e Ecalyculata vell (erva nativa do Brasil, popularmente conhecida pelos nomes porangaba, cafezinho, café-do-mato, chá-de-frade, louro-salgueiro e louro-mole). Elas devem ser consumidas meia hora antes das refeições e pode levar até 15 dias para que os primeiros efeitos sejam notados.
pilula caraluma Pílula de caraluma para emagrecer
A caraluma só pode ser encontrada na forma de extrato seco nas farmácias de manipulação, em pílulas ou na bala de colágeno. Mas é preciso ter receita prescrita pelo médico, pois a dosagem depende de cada caso.
Fique atento, pois até as substâncias naturais devem possuir o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que garante que os produtos são feitos com plantas medicinais próprias para consumo. As fórmulas prontas sem nenhuma fiscalização podem ser um perigo, pois além de não possuírem a mesma garantia e efeito dos produtos manipulados, podem ser prejudiciais à saúde.
Apesar de ter tantos benefícios e ser tão poderosa, é importante lembrar que só a pílula de caraluma para emagrecer não faz milagres. Para dar certo, é essencial aliar o consumo com uma dieta equilibrada, ter bons hábitos alimentares e praticar atividades físicas.

Mitos e verdades sobre o chocolate Saiba o que é verdade e o que não passa de mito a respeito da guloseima

mitos verdades chocolate 150x150 Mitos e verdades sobre o chocolate
O chocolate é uma tentação difícil de resistir. De sabor e textura inigualáveis, a guloseima é de dar água na boca e além de satisfazer o paladar, pode aliviar a ansiedade. O chocolate também é considerado o principal inimigo das dietas, mas continua sendo o doce mais desejado principalmente pelas mulheres.
O fato é que existem vários mitos e verdades sobre o chocolate e para comer sem culpa, vale a pena saber o que é verdade ou não a respeito dessa delícia.

Chocolate dá espinhas

Mito. Não há nenhum estudo científico que comprove a relação entre o consumo de chocolate e o surgimento de espinhas. Na verdade o problema está mais relacionado com fatores genéticos e desequilíbrios hormonais.

Chocolate dá enxaqueca

Mito. A dor de cabeça e a ingestão de chocolate, como fatores isolados, não estão relacionadas. No entanto, pessoas sensíveis podem sofrer com enxaqueca porque o chocolate possui feniletilamina e cafeína em sua composição.

Comer chocolate faz bem à saúde

Verdade. Apesar de calórico, o chocolate contém vitaminas A, B, C, D e E, cálcio e sais minerais como o ferro e o fósforo. Além disso, possui alta concentração de flavonóides, que são substâncias antioxidantes que retardam o envelhecimento e ajudam a diminuir os níveis de LDL (o mau colesterol) no sangue.
O chocolate amargo é o mais indicado, pois possui maior concentração de flavonóides, já o chocolate ao leite e o chocolate branco são os menos recomendados devido às gorduras saturadas.

Chocolate vicia

Mito. Ao contrário do que se diz por aí, o chocolate não vicia e nem causa dependência. Não há nenhuma substância que vicie, o que acontece é que o doce estimula a produção de substâncias que promovem o bem-estar e nos fazem querer consumir sempre o chocolate.

Chocolate alivia a TPM

Verdade. Isso acontece porque o chocolate estimula sensações de prazer, bem-estar e faz nosso corpo liberar a serotonina, uma substância que pode ser considerada o “hormônio da felicidade”. Além disso, a grande quantidade de açúcar dá bastante energia e diminui o cansaço. São benefícios que ajudam e muito naqueles dias de ansiedade, irritação e outros sintomas da TPM que mexem com as mulheres todos os meses.

Chocolate diet engorda

Verdade. O chocolate diet engorda tanto quanto os normais. Para compensar a falta do açúcar, este tipo de chocolate possui quantidade de gordura superior ao chocolate normal e pode ser até mais calórico. A versão diet do chocolate é indicada apenas para diabéticos. Portanto, não adianta trocar o chocolate tradicional pelo diet na intenção de perder peso, o ideal é consumir com moderação.

Fobia: quando o medo se torna doença Além de causar grande sofrimento, as fobias podem afetar seriamente a vida das pessoas

fobia medo vira doenca 150x150 Fobia: quando o medo se torna doença
Sabe aquela sensação de que algo ruim pode acontecer, aquele incômodo diante de um objeto, de uma pessoa, animal ou até uma situação? É o medo, que funciona como uma defesa quando a pessoa se depara com algo que represente uma possível ameaça, seja ela física ou psicológica.
Apesar de ser um sentimento normal, o medo pode se tornar um distúrbio quando passa a ser persistente e excessivo. Diferente do medo normal, a fobia se transforma em algo exagerado e irracional, fazendo com que a pessoa tente evitar o que ativa o medo e suporte as situações e objetos temidos com grande ansiedade e angústia.
Se para algumas pessoas andar de elevador, por exemplo, é uma situação que não oferece perigo, para quem tem claustrofobia pode causar um desconforto e tanto. Para as pessoas que têm alguma fobia, a sensação de medo vem acompanhada de uma ansiedade intensa e em alguns casos, ocorrem até sintomas físicos que vão de taquicardia, vertigens, suor excessivo, tremores, até crises de pânico.

A fobia não tem idade pode aparecer, o transtorno pode surgir desde a infância até a fase adulta e sua intensidade varia de pessoa para pessoa. É possível que a pessoa com algum tipo de fobia consiga levar uma vida normal, sem que esse medo excessivo interfira negativamente nas atividades cotidianas.
Existem três tipos de fobia: agorafobia, fobia social e as fobias específicas.

Agorafobia

É um transtorno de ansiedade que geralmente está ligado à crises de pânico. A pessoa sente medo de estar em ambientes fechados ou em situações em que seria difícil escapar ou receber socorro no caso de uma emergência. O agorafóbico evita elevadores, locais com grande aglomeração de pessoas como cinemas, shoppings, shows, enfrentar congestionamentos, estar em ônibus, aviões, metrô, passar por túneis e pontes. Nos casos mais graves, a agorafobia pode comprometer a vida social e profissional de uma pessoa.

Fobia social

Quando precisamos nos expor publicamente, é comum que a situação gere ansiedade e apreensão. Mas para quem sofre de fobia social, atividades como trabalhar, escrever ou falar na frente de outras pessoas causam pavor. O contato com outras pessoas é visto como ameaça, pois pode causar alguma situação de humilhação, a pessoa imagina que pode fazer algo que seja considerado ridículo ou embaraçoso como gaguejar, ter um “branco” ou falar alguma besteira.

Fobias específicas

As fobias específicas são muitas. Algumas delas são relacionadas a animais, objetos e situações mais conhecidas enquanto outras, são bastante diferentes, inclusive no nome. Medo de altura, de baratas, cobras, cachorros, abelhas, medo de dentista, de injeção, de escuridão, de trovão. Confira alguns nomes de fobias curiosas:
aracnofobia Fobia: quando o medo se torna doença
Ablutofobia – medo de lavar-se ou de tomar banho
Anuptafobia – medo de ficar solteiro(a)
Astenofobia – medo de desmaiar
Brontofobia- medo de trovões e relâmpagos
Coulrofobia – medo de palhaços
Eisoptrofobia – medo de espelhos ou de se ver no espelho
Iatrofobia – medo de ir ao médico
Levofobia – medo das coisas que ficam ao lado esquerdo da pessoa
Tripanofobia – medo de injeção
Unatractifobia – Medo de pessoas feias
Hipnofobia – Medo de dormir; horror ao sono
Fonofobia – Medo e horror à sua própria voz e pavor de falar alto
Fobofobia – Medo dos seus próprios medos; de ter algum tipo de fobia

Ar seco pede cuidados redobrados com a saúde Dicas para garantir o bem-estar e amenizar os desconfortos causados pela baixa umidade

ar seco cuidados saude 150x150 Ar seco pede cuidados redobrados com a saúde
Falta de chuva, temperaturas subindo, baixa umidade do ar. A combinação destes fatores se torna bastante incômoda e deixa o clima pesado, fica difícil respirar, os olhos ardem, a garganta fica irritada. O tempo seco, além de provocar desconforto, agrava problemas de saúde como rinite, asma, bronquite e aumenta os riscos de outras reações alérgicas na pele e nos olhos, como a conjuntivite.
Para aliviar os sintomas, é preciso ter cuidados redobrados com a saúde. São cuidados simples, mas que ajudam a lidar melhor com o ar seco e podem evitar complicações, principalmente dos problemas respiratórios.
A primeira delas é manter o corpo bem hidratado, bebendo bastante água, sucos naturais e água de coco. Também é importante não descuidar da limpeza da casa e evitar o acúmulo de poeira nos cômodos e na superfície dos móveis.

Deixar o ambiente mais úmido e arejado ajuda a minimizar os efeitos do tempo seco e garante o bem-estar. Aquela dica vem lá do tempo da vovó, de colocar uma bacia cheia d’água seja no quarto, na sala ou até mesmo no ambiente de trabalho que é bastante válida e os especialistas garantem que o truque funciona mesmo. Vale ainda usar toalhas molhadas e os aparelhos umidificadores de ar.
A pele também merece atenção especial neste período, por isso não se esqueça de aplicar um creme hidratante sempre que possível. Em caso de irritação, a dica é usar soro fisiológico para lavar olhos e narinas várias vezes durante o dia.

Troque as frituras pelos grelhados Motivos para você substituir os alimentos fritos pelos preparados na grelha

troque fritura grelhado 150x150 Troque as frituras pelos grelhados
As frituras são um problema para a saúde, isso não é novidade. Mas, às vezes, fica difícil resistir aos deliciosos pratos que incluem alimentos fritos. Mais difícil ainda pode ser trocar frituras por grelhados. Pois saiba que motivos não faltam para você fazer essa substituição. Conheça alguns deles.
Enquanto a gordura das frituras prejudica nosso organismo, os grelhados oferecem diversas vantagens para a dieta. Além das calorias já contidas nos alimentos antes do preparo, depois de fritos eles apresentam um valor calórico extra, que pode fazer os ponteiros da balança subirem e também provocar um aumento na taxa do mau colesterol.
Quando um alimento é colocado no óleo a uma alta temperatura, ele fica desidratado e perde nutrientes. No caso das preparações grelhadas, os nutrientes dos alimentos são preservados e eles não “sugam” a gordura como acontece com as frituras. Os alimentos mais indicados para grelha são os de cozimento rápido, como peixe, frango e cortes mais finos de carnes. Para preparar alimentos na grelha, apenas pincele óleo para evitar ressecamento e uma boa dica é acrescentar algumas ervas para realçar o sabor.

Se bem preparadas, além de mais saudáveis e menos calóricas, as carnes grelhadas podem ser suculentas e saborosas. Para preparar bifes, por exemplo, o ideal é que os pedaços tenham pelo menos 2 cm de altura, pois se os bifes muito finos, podem passar do ponto rapidamente. Os bifes mais grossos necessitam de maior tempo na grelha, para que haja cozimento da parte interna.
Não existe mal em consumir frituras e não é preciso riscar de vez do cardápio essas delícias bastante apetitosas. O segredo está em ficar de olho na quantidade e na freqüência com que você ingere alimentos preparados desta maneira. As comidas fritas podem fazer parte do cardápio até uma vez por semana e você deve optar por somente um tipo de fritura. Ou seja, se quiser manter a saúde, é bom ficar de olho na combinação bife frito com batatas fritas.

Compulsão alimentar Quem sofre com o distúrbio tem crises em que a fome parece não ter fim, perde o controle diante dos alimentos e é capaz de comer grande quantidade de calorias de uma só vez

compulsao alimentar 150x150 Compulsão alimentar
O ato de comer está intimamente ligado à sensação de prazer. Por essa razão, se alimentar com mais do que o organismo necessita é comum. No entanto, mesmo depois de ter repetido por várias vezes uma refeição, a maioria das pessoas é tomada por uma sensação de arrependimento, e tenta compensar o “estrago” que cometeu, seja por meio de uma dieta balanceada ou malhando um pouco mais na academia. No entanto, há quem faça desse comportamento uma rotina e, mesmo tomado pela culpa, não consegue parar de comer. São os comedores compulsivos.

Sinais da compulsão alimentar

O comer compulsivo é um transtorno caracterizado por episódios em que a pessoa ataca a comida e é capaz de devorar uma quantidade absurda de alimentos num curto espaço de tempo, não faz questão de apreciar o sabor do produto, come tudo rapidamente, não mastiga nada direito de uma só vez. A pessoa com sinais da compulsão alimentar não come só aquilo que tem vontade.
Ao contrário do que acontece em outros distúrbios aliementares, como a bulimia nervosa, a pessoa não provoca os vômitos, não toma laxantes e diuréticos. Mesmo sem fome, a pessoa acaba comendo exageradamente, sempre. Nas crises, acontece um desequilíbrio nos mediadores que controlam a saciedade, aquela sensação de que já estamos com o estômago cheio. Por isso a pessoa não consegue parar de comer e depois fica arrependido, com a sensação de culpa, tristeza, fracasso e arrependimento por ter perdido o controle de si mesmo.

Essa atitude também não pode ser definida como gula. O guloso gosta de comer, sabe o quanto e o que está comendo, tem consciência das conseqüências que pode sofrer por conta da má alimentação. É por essa razão que sentir vontade de comer um determinado alimento, exagerar na quantidade, mas ter prazer enquanto se serve dele bem como consciência do exagero, não designa um quadro de compulsão alimentar.
Ao contrário do que se imagina, nem todos os comedores compulsivos ingerem especificamente alimentos ricos em gorduras e açúcares, como chocolates, tortas, brigadeiro, sorvete. Alguns deles apresentam compulsão por frutas e por alimentos saudáveis e, portanto, menor risco de ganho de peso, enquanto outros têm compulsão por alimentos salgados (frituras, arroz, feijão). Em geral, a doença se manifesta entre os 20 e 30 anos e mais entre as mulheres.

Causas, diagnóstico e tratamento

Os médicos garantem que as causas da compulsão alimentar são uma interação de fatores genéticos, biológicos, sociais, familiares e psicológicos. De cada cinco comedores compulsivos, um sofre de depressão. No entanto, o distúrbio não se manifesta apenas em situações negativas da vida da pessoa. Uma promoção no trabalho, casamento ou nascimento de filhos, situações aparentemente positivas são capazes de levar a um estresse psicológico em uma pessoa pré-disposta e desencadear a disfunção.
O comer compulsivo pode trazer conseqüências nada saudáveis, mas a principal é o sobrepeso ou a obesidade. Quem sofre com o distúrbio ainda pode desenvolver sérios problemas gástricos em função da quantidade de alimentos ingeridos. Além disso, consumir uma determinada quantidade de calorias em um dia, no dia seguinte comer normalmente e no outro voltar a ter episódio de compulsão alimentar, compromete o metabolismo e favorece os depósitos de gordura.
Para que seja diagnosticado o descontrole alimentar, os episódios devem acontecer pelos menos dois dias da semana, por um período mínimo de seis meses. Os primeiros cuidados do tratamento da compulsão alimentar são nutricionais. A reeducação alimentar e dicas simples, como respeitar sempre os horários das principais refeições e evitar a sensação de fome, são a melhor maneira de acabar com esse mal. O paciente ainda pode procurar orientação psicológica, a psicoterapia e por fim, se esses dois tratamentos falharem, há indicação de medicamentos.

Aproveite ao máximo a consulta com seu médico Comece a se preparar antecipadamente e lembre-se sempre de não levar dúvidas para casa

As visitas ao médico fazem parte da rotina principalmente de quem sofre de alguma doença crônica e que necessita de acompanhamento constante. Mas mesmo quem se consulta apenas para verificar sua saúde e fazer exames simples, deve tirar o máximo proveito do tempo em companhia do médico.
Pacientes mais informados sobre seus problemas de saúde e que tem bom relacionamento com seus médicos, tendem a enfrentar melhor os tratamentos e seguir as orientações da maneira correta. Uma boa conversa pode ajudar o paciente a se sentir mais seguro e participativo.
Ajude seu médico a entender a forma como se sente, isso dará a si próprio mais possibilidades de se beneficiar com o tratamento. O tempo em que você vai estar com o seu médico é limitado. Portanto, o melhor é ir se preparando antecipadamente para a consulta.

E a preparação começa na hora de marcar a consulta com o médico. Sempre que possível, faça uma programação no calendário, tendo o cuidado de marcar as datas e horários para as consultas com antecedência e anotando em sua agenda, lembrando sempre de adaptá-las às suas responsabilidades diárias. Marcada a consulta, o próximo passo é começar a se preparar para a conversa com o médico. Faça uma lista, anote todas as suas dúvidas, escreva todas as perguntas para não se esquecer de nenhuma.
No dia da consulta, chegue pontualmente ao consultório e tenha em mãos os documentos e exames necessários. Enquanto aguarda sua vez, aproveite para verificar a sua lista de perguntas e dúvidas, assim como repassar mentalmente as informações que precisará dar ao médico visando um melhor atendimento. Não se aborreça nem reclame quando ocorrer atraso no horário de sua consulta. Afinal, tanto os médicos quanto os seus auxiliares gostariam muito que tudo corresse rigorosamente no horário, pois eles também têm compromissos. E, com certeza, são os cuidados com os pacientes, na grande maioria das vezes, as causas dos atrasos.
Ao encontrar-se com o médico, ouça com a máxima atenção o que ele tem a dizer e procure fazer anotações sobre as instruções do tratamento, quando você precisará voltar, os exames que deverá fazer, os cuidados a tomar, as providências. Aproveite a consulta com seu médico e não deixe de expor seus receios com referência a medicações, exames, procedimentos, as dúvidas quanto ao êxito do tratamento, suas dificuldades pessoais, direta ou indiretamente ligadas a seu estado de saúde.
Não deixe de perguntar também sobre as fases e os prazos que envolvem o tratamento médico, as perspectivas, as possibilidades e as dificuldades do tratamento, as implicações do seu estado de saúde e do tratamento em sua vida pessoal e profissional, se há necessidade de procurar outros profissionais da área de saúde.
Durante a consulta, se não estiver entendendo o que o seu médico está dizendo, não tiver a menor idéia dos termos por ele utilizados, a melhor coisa a fazer é pedir que explique até que você compreenda claramente. Não leve dúvidas sobre a consulta com o médico para casa. Aproveite o tempo para esclarecer tudo o que deseja saber. Caso você queira obter mais informações sobre o seu caso, peça para o seu médico que indique sites ou livros.
Terminada a visita ao médico, verifique se você está com todos os seus documentos pessoais, exames, solicitações de exames e procedimentos, encaminhamentos e atestados e se os papéis estão devidamente assinados pelo médico e com o seu carimbo.
 

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