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Elas gostam de homens sensíveis? As mulheres querem homens sensíveis, mas nem tanto

homens sensiveis 150x150 Elas gostam de homens sensíveis?
Quando pensada a fórmula de um homem ideal, esta não inclui doses generosas sensibilidade, fragilidade, ternura. Tais características são preferencialmente ligadas às mulheres e quase sempre associadas à falta de masculinidade. Apesar de muitas mulheres continuarem pensando que os homens são todos iguais, existem aqueles que correspondem às suas expectativas, principalmente psicológicas.
São os homens do tipo carinhosos, românticos, compreensivos, ouvintes. Do tipo ideal, que entendem e atendem as necessidades de uma mulher antes mesmo que elas digam quais são. Discutem a relação, expõe suas fraquezas, mandam flores.

Elas gostam de homens sensíveis sim, mas nem tanto. Tudo deve ser equilibrado, na medida certa. Precisam de alguém com essas características, porém, sensibilidade demais as deixa irritadas. Sonham com um homem desse tipo ao seu lado, mas também têm a necessidade de sentirem que estão seguras e protegidas.
Ao mesmo tempo, querem que seus parceiros sejam exemplos do homem moderno, que quebra preconceitos e assume seu lado sensível sem medo, não dispensam o lado “machão” deles, a autoridade masculina é importante para elas. O homem muito sensível acaba passando imagem de fragilidade, carência.
Enquanto as mulheres não se decidem se querem homens sensíveis ou se eles devem ser durões e ter sensibilidade na hora certa, eles continuam se desdobrando para tentar ser o que elas querem. E a tarefa deles não é das mais fáceis.

Estou pronta para casar? Casamento é algo sério. Será que chegou a hora de dar este passo? Confira as dicas e descubra você mesma

casar ou nao casar 150x150 Estou pronta para casar?
Quando o assunto é casamento normalmente falamos sobre o vestido de noiva, o chá de cozinha ou a lua de mel, mas e depois que a festa acaba e os convidados vão embora? Como saber quando se está pronta para enfrentar o dia a dia do casamento?
Em primeiro lugar precisamos voltar um pouco na história para entendermos a visão de casamento nos dias atuais. Antigamente as mulheres eram criadas para serem boas esposas e mães, faziam cursos de prendas domésticas, corte costura entre outros. O namoro tinha suas restrições e casar virgem era uma regra. Pouquíssimas mulheres continuavam seus estudos e iam à Faculdade. Enfim, o homem era o provedor da casa e a mulher era dependente financeira e emocionalmente. A separação raramente acontecia e era vergonhosa. Com as I e II Guerras Mundiais as mulheres tiveram que assumir a posição dos homens no mercado de trabalho e a partir de então foram conquistando cada vez mais sua independência. O casamento deixou de ser obrigação para ser uma opção, surge então o casamento por amor. Então, como podemos justificar o alto índice de separação nos dias atuais? Chegamos no primeiro ponto da nossa questão, só o amor não basta.
Sem dúvida não há uma idade certa ou um teste para saber quando uma mulher está pronta para se casar. O importante é avaliar as expectativas que envolvem o casamento, principalmente porque desde criança somos condicionadas a ouvir estórias de príncipes e de seus cavalos brancos e que de que “foram felizes para sempre”, porém em um casamento não existe um príncipe (nem um sapo) e muito menos uma princesa que precisa de alguém para salva-la, são apenas duas pessoas com suas qualidades e defeitos e é imprescindível ter consciência dos defeitos e no mínimo saber tolerá-los.

Lembro certa vez uma amiga dizendo que “não via a hora” de casar, estar com a pessoa amada e fazer amor todos os dias. Apesar de o casamento ser a conseqüência do namoro, as duas são situações muito diferentes, o casamento impõe uma rotina que foge dos padrões românticos, mas que são básicos para a sobrevivência de qualquer um, tais como: fazer comida, limpar a casa, lavar roupa, passar roupa, fazer compras, pagar as contas e etc. Não estou afirmando que o romantismo e o sexo acabam depois do casamento, mas é preciso ter consciência de que no dia a dia existe o levantar cedo, trabalhar, estudar, arrumar a casa, o cansaço, o “agora não quero falar com ninguém”, “agora quero ficar sozinho”, e que muitas vezes não é percebido durante o namoro, principalmente porque muitos casais só se vêem no final de semana.
Certamente, o casamento é um capítulo novo na história de nossas vidas, ele está repleto de páginas em branco que serão preenchidas aos poucos. Muitas mulheres nas vésperas do casamento se sentem inseguras de sair da casa dos pais e iniciar essa “nova fase”, essa insegurança é compreensível, e deve ser lidada com muita tranqüilidade e como já falamos muita consciência do futuro. O casamento nos oferece um companheiro para estar conosco escrevendo a história da nossa vida, muitas vezes o caminho será ruim, cheio de pedras e obstáculos, as vezes fará sol, as vezes será cansativo e as vezes vocês terão que sentar e descansar, mas o importante é que terão um ao outro para se apoiarem e se amarem.

Como controlar o ciúmes? Entenda o que é o ciúme e como controlá-lo.

controlar ciumes 150x150 Como controlar o ciúmes?
Quem já não teve ciúmes que atire a primeira pedra. Pois bem, todos nos já tivemos e teremos ciúmes. O sentimento (amor, ódio, tristeza, ciúmes e etc.) faz parte da condição humana e por isso é extremamente natural. O ciúmes de uma forma controlada pode ser positiva, pois sugere cuidado com as pessoas que amamos (namorado, família, amigos, etc). No entanto, quando esse cuidado é excessivo e existe o sentimento de posse, o ciúmes se torna incontrolável. Nossas primeiras experiências com o ciúmes se dão na relação primária entre a mãe e o bebé. O bebê é totalmente dependente da mãe (como se os dois fossem um só) e para assegurar a presença constante do objeto de seu amor, origina uma verdadeira ansiedade de abandono (medo de perder). Portanto, a pessoa ciumenta não consegue aceitar a posição individual do outro e qualquer relacionamento externo ao casal representa uma ameaça. “Espionar” o celular, email, Orkut, procurar “vestígios” nas roupas, saber onde está e com quem está, são apenas alguns exemplos do que a pessoa ciumenta é capaz de fazer. Ela sofre constantemente o medo de perder ou ser “passada para trás”.
Temos que deixar claro que a mulher ciumenta não é assim porque quer, o ciúmes é um sinal de que algo não está bem e ao contrário do que muitos pensam não é uma doença, nem tão pouco, excesso de amor. Não é raro encontrar uma mulher que não goste do “famoso” futebol com os amigos ou que desconfia quando o companheiro quer estudar, isto é, não permitir o lazer, a atividade física e o aprimoramento profissional não é amor e pode sugerir uma “pitadinha” de egoísmo (medo de perder). Assim, não adianta tentar controlar o ciúmes se não descobrirmos sua causa (o que justifica muitas mulheres prometerem “não mais ser assim” e não conseguirem cumprir).
A falta de auto-estima e experiências reais de abandono e traição são as causas mais comuns. Em relação a auto-estima, é uma questão delicada, pois partimos do princípio que ela é construída através dos anos, desde que nascemos, através de relações positivas e negativas. Quando a mulher teve mais experiências negativas do que positivas, ela pode ter dificuldades de se amar fazendo com que qualquer outra mulher seja melhor do que ela. Somente o aumento da auto-estima fará com que ela conheça seu valor e aceite que pode ser amada e ter um relacionamento saudável. A mulher que já foi traída e teme que isso aconteça novamente (no mesmo ou em um novo relacionamento) também deve estar atenta à auto-estima e praticar o diálogo com seu companheiro (o que é sempre a melhor solução).

Portanto, quando o ciúmes bater a nossa porta, precisamos primeiro analisar quais seus motivos e qual o nível de dependência que temos em relação ao nosso objeto de amor, pois quanto maior o nível de dependência, maior será o medo da perda e conseqüentemente maior será o ciúmes. Muitas vezes atribuímos valores maiores do que deveríamos para pessoas e relacionamentos, por isso não é raro ouvirmos frases tais como: “você é minha vida”, “você é minha felicidade” ou “não saberia viver sem você”. Essa dependência, que lembra muito a relação que tínhamos com a nossa mãe enquanto bebê, surge da falta de equilíbrio entre uma relação amorosa saudável, amigos, profissão, família e etc.
Lembre-se primeiro é preciso se amar e ser feliz independente de outras pessoas, o que vier a partir de então serão felizes encontros sem posse, sem medo e sem ciúmes, com muito mais leveza e felicidade.

Dicas para fazer um strip-tease para o namorado Deixe o medo e a vergonha de lado, confira as dicas e surpreenda seu amado com um strip-tease

fazer striptease namorado 150x150 Dicas para fazer um strip tease para o namorado
Se você quer surpreender o seu amado entre quatro paredes com uma surpresinha pra lá de especial, a sugestão pode ser fazer um strip-tease. Para que o sexo seja sempre prazeroso e o relacionamento não fique sempre na mesmice e acabe caindo na rotina, usar a criatividade e saber ousar são atitudes indispensáveis.
Ter segurança em si mesma, deixar o medo de lado e esquecer os pudores são as primeiras dicas de como fazer um strip-tease para o namorado e garantir momentos de prazer. Você precisa se sentir bem, portanto, trabalhe sua autoestima. É essencial que você esteja bem à vontade com seu corpo, isso vai ajudar a se soltar na hora de tirar peça por peça.

E isso não significa necessariamente estar com o corpo em forma. Passar horas cuidando da aparência de nada vai valer se você não tiver atitude. A garantia de um bom strip-tease fica por conta da sua confiança durante a performance. Não tenha medo, prepare-se antes, vale dançar muito em frente ao espelho para descobrir a melhor maneira de fazer isso.
Alguns outros alguns conselhos também são muito válidos na hora de tirar a roupa de maneira sensual e enlouquecer o gato. A escolha do figurino para strip-tease é com certeza um dos detalhes que pode fazer toda a diferença. Procure algo que combine com seu jeito, algo que faça parte da sua fantasia sexual e do seu parceiro.
A escolha da trilha sonora também pode ajudar você a se soltar. Selecione músicas sensuais e que combinem com o momento. A iluminação do ambiente também é fundamental. Prepare o ambiente com velas ou aposte na meia-luz, use pétalas de rosa para decorar, deixe tudo com um clima de mistério e sedução.
Lembre-se que o importante não é a peça de roupa que você tira, mas a maneira como você faz. Um dos maiores segredos de como fazer strip-tease é não tirar a roupa nem muito rápido e nem muito devagar, mas criar um clima envolvente. Enquanto dança, atraia o olhar dele para você, deixe que ele toque seu corpo, desperte os cinco sentidos do rapaz. Faça do strip-tease para o namorado um momento de sedução, mas também aproveite para se divertir com a situação.

Auto-estima feminina Entenda um pouco mais sobre a auto-estima e como obtê-la de forma natural.

A pergunta é simples: qual é o seu valor? Se tiver dificuldade ou não soube responder, não se assuste, é muito comum que isso aconteça. Normalmente temos muito mais facilidade em atribuir valores aos outros do que nos mesmos. Por que isso acontece? A auto-estima surge através de relações positivas e negativas desde o nosso nascimento. Quanto mais a criança se sentir amada e segura, maior será a chance dela se tornar um adulto confiante. Por outro lado, uma criança que cresce ouvindo que não é desejada, não é capaz, que não é inteligente, não é bonita e etc., provavelmente será um adulto inseguro, resultando em dificuldades para escolher uma profissão (não sou bom em nada), para fazer amigos (não sou legal o suficiente) e para as conquistas amorosas (não sou bonita).
É importante dizer que a auto-estima é o valor interno que atribuíamos a nos e não tem relação com o externo (físico), afinal se fosse dessa forma apenas as atrizes e modelos teriam uma boa auto-estima. Realmente a mulher pode se sentir melhor estando bem arrumada, porém isso não significa ter auto-estima, até porque uma mulher insegura pode ser extremamente vaidosa (medo de ser julgado pelos outros) enquanto outra pode sair de casa sem pentear os cabelos e ser super confiante (sou bonita de qualquer forma).
Os sinais da baixa auto-estima são muitos e podemos citar dentre eles: necessidade de aprovação (reconhecimento e agradar); dependência (financeira e emocional); insegurança (ciúmes) ; não se permite errar, perfeccionista; sentimento de não ser capaz de realizar nada; não acredita em si e em ninguém; dúvidas constantes, duvida de seu próprio valor; depressão; ansiedade; inveja; medo; raiva; agressividade; comodismo; vergonha; dificuldade em crescer profissionalmente e sentimento de inferioridade.

Como fazer para melhorar a auto-estima? Não existem formulas mágicas, a única solução é o autoconhecimento, podemos comparar nossas vidas a um guarda-roupa bagunçado, onde é muito difícil encontrar uma roupa limpa (qualidades), por isso é preciso ver quais roupas precisam ser lavadas, quais não servem mais (se livrar das mágoas que apenas pesam e ocupam espaço em nossas vidas) e quais estão ali novinhas sem nunca terem sido usadas (potencial).
Apesar de trabalhoso, o autoconhecimento nos permite ver as coisas com mais clareza, encontrando nossas qualidades, muitas vezes abafadas e anuladas por nos e pelos outros. O primeiro passo é querer a mudança, tendo dificuldades, não tenha vergonha de procurar um profissional. Seja feliz!

A hora certa para morar com ele Antes de juntar as escovas de dente é preciso analisar todos os prós e contras que envolvem a decisão

hora certa morar juntos 150x150 A hora certa para morar com ele
O namoro está correndo às mil maravilhas até agora, tudo muito bom e o amor é tanto, que já não faz mais sentido que cada um fique no seu canto. Vocês concluem que chegou a hora de dar mais um passo no relacionamento e passar a dividir o mesmo teto.
Ao mesmo tempo em que você pensa na possibilidade de poder dormir abraçada nele todas as noites, em cuidar um do outro, fazer tudo sem ter hora para voltar para casa, vem aquele friozinho na barriga e a dúvida: Será que é a hora certa para morar juntos?
Se está ou não na hora de juntar as escovas de dente, só você vai saber. Mas antes de tomar a decisão, é preciso levar em conta que algumas mudanças vão ocorrer e você precisa considerar os prós e os contras de morar com o namorado.

Quando se mora junto, algumas tarefas não são nada românticas na rotina de um casal, como pagar contas e dividir tarefas domésticas, por exemplo. É preciso ainda saber lidar com a falta de privacidade e os dias de mau humor, que acontecem com qualquer pessoa.
Por outro lado, as coisas boas em dividir a casa com o namorado podem fazer tudo valer a pena. Se você está vivendo este dilema, a dica é não ter pressa e analisar todos os pontos quantas vezes for preciso. A convivência na mesma casa pode sim ter sucesso, mas tudo depende de você e do seu namorado. Com muito amor, cumplicidade e tolerância é possível superar os pequenos problemas do cotidiano.

Ter ou não ter filhos? Conheça e entenda os motivos que devem levar os casais a decidirem ter ou não ter filhos.

ter ou nao ter filhos 150x150 Ter ou não ter filhos? É cada vez mais comum encontrar casais que optam por postergar ou simplesmente não terem filhos. Antigamente os filhos  estava obrigatoriamente inclusos no pacote do casamento e quem não os tinham eram discriminados e a mulher chamada de “seca”. A mulher cuidava da casa e dos filhos e o homem era o provedor. Com a mulher indo para o mercado de trabalho, o número de filhos foi diminuindo drasticamente, nossas bisavós e avós tinham 10, 12 filhos e muitos partos eram feitos em casa. Não havia a facilidade de médicos e contraceptivos como nos dias atuais.
Outra questão são os avanços da medicina que possibilitam postergar a gravidez  cada vez mais, fazendo com que a idade tardia não se torne um empecilho para quem quer ter filhos. Portanto podemos dizer que a decisão de ter ou não ter filhos está mais fácil? Do ponto de vista de informação e contraceptivos sim, porém ainda existem muitas cobranças  em relação ao casal e principalmente a mulher.

A gravidez (ou a possibilidade dela) convida a mulher a voltar à infância, quando brincava de boneca e já dava seus primeiros passos rumo à maternidade. A relação que essa criança tem com a boneca, com a mãe, com os irmãos e como ela constrói a idéia do que é ser mãe serão fatores importantes para sua decisão. Por exemplo, uma menina que cresceu vendo sua mãe falando sobre os sonhos que nunca conseguiu realizar por causa dos filhos, quando adulta ela terá dificuldade de abrir mão de sua liberdade em prol da gravidez.

Por isso a  mulher que não quer ter filhos deve questionar se  sua decisão é uma opção ou um trauma de infância. É claro que existem as duas opções e na dúvida é válido procurar ajuda, principalmente para  evitar que o arrependimento apareça. Quem não conhece aquele homem que não queria filhos e depois virou um “pai-babão”?
Mas, qualquer que seja a decisão, ela acarretará ganhos e perdas, se sua decisão está com muitas mais perdas do que ganhos é melhor repensá-la. Também não podemos falar o que se ganha ou o que se perde, pois varia de acordo com  os valores cada pessoa. O importante é pensar que a escolha foi sua. Quem renuncia à maternidade não deverá, no futuro, responsabilizar o parceiro pelo sonho não realizado. Da mesma forma que a mulher que aceitou ser mãe também não deve responsabilizar o outro, por exemplo:  “Estou tendo um filho por você”.
Seja qual for sua decisão, conhecendo as razões você terá mais tranqüilidade para lidar com as frustrações dos outros. Ninguém tem por obrigação ter um filho. Se a experiência é favorável para você ou não, isto somente poderá ser decido por você.
Seja feliz.

Como superar o fim de um relacionamento? O fim de um relacionamento pode não ser tão trágico quanto aparenta ser.

fim de relacionamento 150x150 Como superar o fim de um relacionamento?
Todos acreditavam que se tratava de um príncipe. Sempre gentil, abria a porta do carro, dava presentes com freqüência, era bonito, galanteador e falava eu te amo com tanta freqüência que até mesmo a mais desconfiada das mulheres acreditaria. Um dia o príncipe foi embora, sem muitas explicações disse que o relacionamento estava desgastado e que apesar de todo amor precisava ir embora. Na verdade ele já havia achado uma “nova princesa”. Ele se casou, teve filhos e é bem provável que nem se lembre que um dia deixou um castelo em ruínas causado pela infinita tristeza do abandono.
Por muito tempo o castelo abalado e solitário viveu as sombras da indignação e revolta, ninguém pode imaginar o quanto ela sofreu.
A princesa só conseguiu seguir sua vida quando percebeu que a culpa pelo seu sofrimento era exclusivamente sua. Sim. Nós somos responsáveis pelos nossos sofrimentos e por permitir que as pessoas entrem em nossas vidas e façam o que quiserem. Esquecemos apenas que somos a única pessoa que tem a chave do portão e que podemos controlar a entrada e saída. Mas então, como sabemos quem é príncipe e quem é sapo e como controlamos a “portaria” da nossa vida ? Fácil, os príncipes não existem, com exceção é claro dos desenhos, filmes e novelas. O resto é farsa. Infelizmente crescemos com a falsa idéia de que alguém irá nos salvar e de que seremos felizes para sempre. O resultado é que criamos expectativas demais nas nossas relações e principalmente na outra pessoa. Não podemos nos comportar como se fossemos princesas a espera de salvação, primeiro porque princesas também não existem e segundo porque não podemos depender de alguém para nos salvar ou para sermos felizes.

Outra questão é o “foram felizes para sempre”. Porque um relacionamento só dá certo se ele dura para sempre? Não deu certo se durou 1 dia, 1 semana, 1 ano? Vocês não foram felizes por aquele determinado tempo? Porque lamentamos a perda ao invés de comemorar a felicidade que experimentamos? Porque não respeitamos a decisão do outro em não querer mais nossa companhia? Alias, sabe aquele falso príncipe do início da história, o mau caráter? Ele não é tão mau assim como parece, tem uma história de abandonos desde a criança o que gerou uma necessidade de atenção muito maior do que a pobre princesa podia dar, por isso não podemos culpá-lo, pois naquele momento ele precisava de algo que ela não podia dar. Portanto, podemos dizer que estar juntos em um relacionamento é caminhar na mesma direção, com o mesmo objetivo, quando um ou os dois sentem necessidade de mudar de caminho, existe a possibilidade do fim do relacionamento. Imaginem uma mulher aos 15, 20, 30 anos e verá que somos seres em constante evolução, nossos desejos mudam e a pessoa que está ao nosso lado também.
Quanto a princesa, ela deixou de ser princesa e por conseqüência não quis encontrar outro príncipe, casou-se com um homem normal, com todos os seus defeitos e é claro qualidades. Mas antes disso tudo, aprendeu a ser feliz sozinha e passou a acreditar no amor sem cobranças, sem correntes e sofrimentos. Terminou a faculdade, foi promovida no emprego, comprou sua casa, tornou-se independente. Um dia saiu com alguém sem pretensões, não sentiu aquele frio na barriga, nem viu estrelas e corações caírem, mas ali de mãos dadas pode sentir a segurança e confiança de um homem comum. Não podemos dizer que eles serão felizes para sempre, mas podemos afirmar que hoje eles são, e é isso o que importa.

Dependência emocional A dependência emocional é como qualquer outra: existe uma recuperação, mas não uma cura. Confira qual o melhor caminho a seguir para se recuperar.

dependencia emocional 150x150 Dependência emocional
“Se quisermos mudar nossa vida, é mais importante mudarmos as atitudes do que as circunstâncias. A menos que mudemos as atitudes, é improvável que as circunstâncias, realmente, possam mudar um dia.” Robin Norwood do Livro Mulheres que Amam Demais.
Como todos sabem tudo o que é demais faz mal e não seria diferente em relação ao amor. A dependência emocional funciona da mesma forma que as outras dependências (álcool, drogas, comida, etc.) e por isso deve ser tratada com a mesma importância.

A mulher dependente emocional tem medo da liberdade e se caracteriza por comportamentos submissos, falta de confiança, dificuldade em tomar decisões, dificuldade de expressar seus pensamentos, medo da separação, de ser abandonada e principalmente da solidão. A dependência emocional não se manifesta apenas no comportamento afetivo, mas em toda a vida da mulher (sexual, profissional, social e econômico).
A dependência surge na infância, quando a criança não tem suas necessidades emocionais supridas, ela cresce com a sensação de vazio, que lhe falta algo e vai em busca de algo que a complete (relacionamentos, comida, sexo, drogas, etc). Por se sentir incompleto tende a se tornar um adulto com pouca auto-estima, com necessidade excessiva de aprovação pelos demais.
Na dependência emocional a mulher normalmente é extremamente prestativa, criando a falsa sensação de controle nos seus relacionamentos (Exemplo: “faço tudo, ele não conseguiria viver sem mim”). Como está acostumada com a falta de amor tende a se envolver com homens problemáticos para se sentir necessária (dependentes químicos, por exemplo), e tem a esperança de que ele mude, por isso o agrada cada vez mais. Com medo de ser abandonada, faz qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento.
É preciso deixar claro que existe uma grande diferença entre carência e dependência. Na dependência emocional a necessidade do companheiro, do amigo, filho, etc. é realmente uma dependência, como se produz nas pessoas que usam drogas,o que gera no outro um sentimento de ser invasão.
Como qualquer outra dependência, a recuperação é difícil e não se pode falar em cura, pois podem haver recaídas. Infelizmente, algumas mulheres não têm forças para querer mudar e tendem a continuar procurando algo que as complete (amor, drogas, etc). Aparentemente é mais fácil continuar procurando a felicidade fora de si do que construir recursos internos para preencher o vazio de dentro.
Para quem aceitar o desafio, o primeiro passo é procurar ajuda, como qualquer outra dependência, dificilmente a mulher conseguirá se recuperar sozinha. Procurar e compartilhar com outras pessoas suas dificuldades facilitará o processo de independência. Podemos encontrar por todo o Brasil diversos grupos de ajuda, dentre eles está o Grupo MADA – Mulheres que amam demais anônimas, baseado no livro Mulheres que Amam demais da psicóloga Robin Norwood.

Uma grande caminhada começa com um pequeno passo. Boa Sorte!

O que fazer quando um relacionamento termina? Conheça as fases do fim do relacionamento e como lidar com o luto após o término

“Meu noivo disse que me amava muito e no dia seguinte tivemos uma briga boba e ele terminou tudo. Agora sei que ele já estava com outra e usou uma desculpa para terminar. Encontro com os dois todos os dias na faculdade, não sei mais o que fazer, já pensei em acabar com a minha vida. Não agüento mais tanto sofrimento”. Leitora, São Paulo SP
ele terminou comigo 300x193 O que fazer quando um relacionamento termina?
O fim de um relacionamento sempre é difícil, independente de quem terminou, de quem ama ou quem não ama mais, a questão é que muitas pessoas tem dificuldade de terminar um relacionamento, não é raro encontrar pessoas que esperam o outro colocar um fim na relação ou terminam pelo telefone, email, MSN e etc… Talvez para que o término seja “menos” dolorido. Então porque alguém falaria “eu te amo muito” na véspera do abandono? Realmente fica difícil de dizer, mas é bem provável que o amor ainda exista, porém com algumas modificações, isto é, o amor pode ter virado amizade e o carinho ainda possa existir. O que estou dizendo é que quando um relacionamento termina não existe o bom (que levou um fora) e o mal (que deu o fora), existe uma pessoa que não ama mais a outra e que vai usar os recursos que tem para colocar um ponto final, seja tranqüilo ou conturbado, essa é a forma que a pessoa encontrou para lidar com a situação.
Da mesma forma que algumas pessoas têm maior dificuldade de terminar um relacionamento, algumas têm mais dificuldade de lidar com esse fim, isso não quer dizer que quem sofre mais é porque ama mais e quem sofre menos é porque amava menos, cada um tem uma reação (como algumas pessoas sentem mais frio do que outras, por exemplo). É claro que perder quem amamos pode causar muito sofrimento, não é apenas a perda física, mas tudo que englobava o relacionamento: os telefonemas, os passeios rotineiros, horários, família, amigos e etc.

Por isso dizemos que toda perda é um luto (em algum casos a dor pela separação pode ser maior do que a dor pela morte) e por conseqüência enfrentamos algumas fases: 1ª. Choque – quando no primeiro momento não temos reação. 2ª. Negação – quando não querermos acreditar que a perda é real. 3ª Raiva – quando colocamos a culpa da nossa infelicidade no outro. 4ª. Depressão – é a fase mais importante, quando tomamos consciência da realidade e dos nossos erros 5ª. Aceitação – quando retomamos nossa vida e temos consciência que de é preciso seguir em frente. Todas essas fases são normais e devem ser vividas, a atenção só deve ser dada caso essa situação seja prolongada, como por exemplo, o caso de uma paciente que procurou terapia porque sofria há 18 anos com fim de seu noivado.
Se você está enfrentando uma situação similar e não está conseguido caminhar sozinha, procure um profissional. Independente do amor que você sente por essa pessoa, o seu amor próprio tem que ser maior, muito maior, principalmente para perceber que está sofrendo e que precisa de cuidar. Em campanha para uma melhor auto-estima!
 

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